Li no blog do Milton Jung que o projeto de autoria da Mara Gabrilli, 814/2007, que prevê a instalação de avisos sonoros nos veículos de passageiros e/ou ônibus, foi vetado pelo prefeito, sob duas justificativas um tanto estranhas: primeiro, porque é difícil determinar a informação sobre os pontos de paradas para que sejam transmitidas pelo sistema. Segundo, porque a proximidade dos pontos causaria poluição sonora dentro do ônibus.
Premissas Equivocadas
De acordo com o ouvinte-internauta Luiz Alberto Melchert de Carvalho e Silva (ufa!)"houve um investimento enorme na colocação de controle por GPS em todos os ônibus de São Paulo para fazer funcionar o “Olho vivo”, portanto, a assertiva do douto prefeito não cabe, quando diz que seria difícil identificar o próximo ponto, podendo todos eles ser cadastrados por coordenadas geodésicas.", ou seja, a primeira justificativa trabalha com premissas equivocadas.
Quanto à segunda justificativa: poluição sonora!? será, será? hummm. No meu entender de passageira, usuária e pedestre, o aviso será mais compreensível e menos barulhento do que o grito - ou o psiu ou coisa que o valha - do cobrador ao passageiro lá do fundo do ônibus, que deverá descer no próximo ponto. E olha que o grito funciona, num víB!
A quem interessa
Republico aqui a explicação do projeto pela própria autora: Mara Gabrilli
"O projeto que aguarda sanção do Prefeito, obriga todos os veículos de passageiros e/ou ônibus que prestem serviços de concessão ou de permissão de transporte público no município de São Paulo a instalarem mecanismo de anúncio sonoro de parada dentro e fora do veículo, indicando o nome e número da linha, e qual é o próximo ponto de parada e itinerário. Isso atende a uma antiga reivindicação dos cegos, mas também será útil para os turistas, analfabetos e os mais distraídos. As empresas terão 1 ano para instalar o mecanismo em toda a frota."
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
Assinar:
Postar comentários (Atom)

0 comentários:
Postar um comentário